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Duelos na Corte da Névoa

abril 30, 2008

O castelo do Alto Conselheiro Halesk Malorn, era feito de madeira escura, imponente com duas longas colunas na entrada, a primeira grande porta era feita de madeira maciça e esculpida com temas florais, havia um longo lance de escadas para chagar até ela e facilmente passavam 4 homens lado a lado por seu arco.

Os Heróis estavam agora no primeiro salão e o capitão da guarda vinha recepcioná-los, era um homem que não gostave de surpresas, e havia tido muitas surpresas nestes tempos, daí seu mau humor.

– Podem entrar, mas devem deixar suas armas na presença do alto lorde, e você Elfo deve deixar esse animal imundo lá fora. Falou o Capitão, Com a segurança de mais quatro soldados.

– Mas, Clauron é especial, ele é mág… Começou a explicar Eldrim, mas já sendo interrompido.

– Eu já disse que este estúpido animal não pode entrar !!!! O capitão estava ficando sem paciência.

– Ele é mais inteligente que você !!! Disse o irritado mago, mentes ignorantes, pensava ele.

– Já chega!!! Homens escoltem esse “Elfo” até os limites da cidade, se ele ousar retornar cortem a cabeça dele! Com a ira visivelmente crescendo nos olhos, o Capitão não via muita diferença entre um elfo em um drow. Eldrim foi levado pelos soldados temerosos de sua magia, mas valentes em espírito e deixou o salão.

Coma saída de Eldrim o capitão visivelmente mais calmo disse ao resto do grupo: – Podem entrar, mas antes deixem suas armas.

– Jamais me separo de minha espada, ela é meu legado, porém dou minha palavra de honra que não a usarei em seus salões. Disse Kantras, o capitão assentiu com a cabeça. Os demais deixaram suas armas, como era de costume no salão do Alto Conselheiro.

Ao entrarem no salão de conferências, viram o Alto Conselheirro sentado em um trono de madeira que ia até o teto da sala, que era bem alto por sinal, seu manto e capa cobriam todo assento e tocavam o chão, ja havia passado da meia idade, mas mantia o vigor de um jovem guerreiro, ao seu lado jazia uma espada bastarda cravejada a qual acariciava demonstrando confiança.

Ao seu redor, estavam homens velhos e bem vestidos, trajes nobres, mas os rostos queimados de sol e mãos calejadas, indicava fazendeiros, nos quatro cantos dez soldados usando malha e portando alabardas não se mexiam, apenas observavam. Lucius que era um ceonselheiro foi se juntar a seus pares.

– Sejam Bem vindos, Vejo em suas mãos que trouxe a tocha, você cumpriu sua promessa, és um homem honrado. Disse o Alto conselheiro com um sorriso em seu rosto.

A resposta foi uma cabeça de Orc jogada aos pés do alto conselheiro, junto dela havia o símbolo de Bane, uma moeda com a face da rainha Negra Esperança gravada, e uma carta dizendo ” Matem todos, peguem a tocha”.

– Mas… o que é isso? O que está acontecendo? Disse o Perplexo lorde.

-Fomos traídos, alguém mais sabia da minha vinda com a tocha, e avisou os zhentarim, e somente duas pessoas sabiam da minha vinda, eu e você. Disse Kantras com sinceridade. – Está me chamando de traidor? O lorde começava a achar esta visita não tão agradável. – Jamais, confio na sua palavra, mas um de seus conselheiros está vendido aos zhentarim, o lorde deve tomar cuidado com as pessoas que o cercam, eles desejam a tocha mas não como proteção para seu vale.

Primeiro suja seu chão com uma cabeça imunda de orc, agora ofende o senhor e seus conselheiros? qual será o limite das ofensas deste cavaleiro meu lorde? Saindo de trás de uma cortina uma mulher de armadura completa, rosto pintado e capa vermelha.

Quem é você que se intromete sem ao menos se apresentar ? nem membro deste conselho você é! Lucius se interpôs na hora certa, pensava kantras.

Vai permitir isso? Lorde !!! Mostre seu poder, faça alguma coisa? Falou a mulher com veneno entre os dentes.

– Ela é uma sacerdotiza de Sune enviada pelo Vale da cicatriz para nos ajudar. Veio em paz. disse o lorde pensando em dar um fim as provocações.

– Acha que míseros Orcs podiam algo contra mim Zentarim? é melhor tomar cuidado, “Zhentarim”!!! Kantras disse enfurecido pela presença da mulher.

– Em teu nome e com minha fé eu Paraliso meu Inimigo!!! Disse a sacerdotiza com ênfase apontando para Kantras. Porém ele continuou a se mexer,graças a grande vontade, dirigindo a mão instintivamente a espada.

Lembre-se de sua promessa Helder, e você, ele é meu convidade e vai ficar em meu castelo, esta reunião está encerrada… por ora! Disse o lorde pondo um fim a discussão.

Antes de sair, kantras disse para si mesmo e para todos. – Eu sempre cumpro a minha palavra.

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A Tocha Chega a Vau Ashaben

abril 27, 2008

a tocha

Depois da derrota do dragão Izildrax, Eldrin e Kantras, o feiticeiro e o paladino, saem de Cormyr, seus companheiros de batalha nãqo estão presentes, e Eldrim pensa como o destino os separou.

Pieron e York ficaram na reconstrução da cidade, Eldrim sentirá falta na simplicidade e bom humor dos dois, eles deixaram mais leves os deveres da aliança, Kantras era muito centrado em seus preciosos valores e ele mesmo muito dedicado a magia.

Sinuhe, foi em direção da terra dos vales mais rápido com o intuito de encontrar respostas sobre o destino do menino Melegosth com seus colegas Harpistas Arilyn e Alastor. Ele apesar de triste em maneiras e hábitos era o que instigava o heroismo no coração de cada um. Concluindo seus devaneios Eldrim percebe uma densa névoa preenchendo toda planície, mas ao longe ele ainda vê coisas que o deixam receoso.

– Kantras, ao norte existe um cimitério amaldiçoado, uma necrópole, e ao sul algumas matas que são território de criaturas como goblins, estamos em local perigoso.

A resposta vem coma sinceridade do paladino, que cavavalgava a seu lado há 3 dias.

– Está com medo?

– Não. Mesmo assim vamos apressar os cavalos, para evitar problemas.

– Esta certo. A cavalgade permanece silenciosa durante todo o dia, e a noite se passa tranquila tendo o lobo mágico Clauron e o cavalo sagrado Stelios como vigias, o faro deles raramente seria enganado.

Pela manhã os dois conversam amenidades comendo um agradável desjejum logo após das orações e preparações de magia, Kantras sente que a névoa continuará até o meio dia, eles discutem sobre o vale e sobre o que farão a seguir. O lobo negro de olhos dourados interrompe a conversa dos dois com um leve rosnado, invasores, ele fala mentalmente a seu mestre.

– Tem alguém vindo aí. Fala eldrim se escondendo atrás de uma árvore próxima, com o lobo obedientemente em silêncio a seus pés.

Kantras sempre detestou ardis e emboscadas, e estreitou seus olhos em direção a incomoda névoa vendo apenas um brilho de chamas, muito alto, era um homem a cavalo.

– Quem vem lá! Gritou Kantras, sem resposta, ele ficou em pé com peito desnudo, somente com a espada de lâmina cinza fosco coberta de preces em runas, em sua mão, de forma destemida e até descuidada.

Os que vieram eram dois cavaleiros bem diferentes, e claramente experientes, um de cabelos loiros compridos gigante em altura, usando armadura pesada um escudo e espada, e o outro um homem bem menor, parrudo e portando um arco e camisão de malha.

– Estamos procurando Kantras Helder e você bate com a descrição. Disse o loiro com voz de um gigante, o outro permaneceu em silêncio observando o mago escondido.
-Se vem em paz digam seus nomes e porque vieram! Disse o mago de trás da àrvore de arco em punho, apontando para o loiro.

-Sim sou Kantras Helder, cavaleiro da ordem de Áster e campeão de Lathander o Senhor do Amanhecer, e este é Eldrim Eldric, poderoso arcano de Evermeet.

– Estão com a tocha? ela funciona mesmo? disse o loiro desviando o olhar para a fogueira, ele pensou com certeza que o melhor lugar para esconder uma tocha é entre a lenha comum da fogueira, e estava certo, havia uma lenha completamente negra e do fogo dela saiam quase imperceptíveis runas douradas entre suas fagulhas. Seus olhos se arregalaram, mas Kantras vendo se interpôs no caminho com a espada em punho.

– Respondam quem são, e quais suas intenções!

– Perdoem-nos, eu sou sir Lucius e este é meu guia mateiro Darwin, fomos enviados pelo sacerdote de Tyr para escoltá-los até Vau Ashaben, pois diplomatas foram mortos por drows,eles estavam de posse dos planos de defesa do nosso vale, e informações estratégicas. Eles iam revelar nossas defesas ao vale da cicatriz e a rainha Negra Esperança, mas foram interceptados por drows, não sabemos o que é mais perigoso, saber que existe um triador, ou nossas informações pararem nas mãos de drows ou dos Zhentarin do Vale da Cicatriz.

Kantras os fita por longos intantes com seu único olho, procurando inverdade em suas palavras ou o mal nos seus corações, com alívio ele não encontrou nenhum dos dois. e ele sempre confiava no seu julgamento.

– Acredito em vocês, com essas notícias a nossa chegada ao vale deve ser apressada, não temos tempo a perder. Disse ele vestindo a pesada armadura de batalha cor bronze e a túnica branca dos cavaleiros de áster sobre ela. Assovaindo o cavalo mágico veio da névoa empinou e relinchou, enchendo de admiração os olhos dos que ainda não o haviam conhecido.

E eles cavalgaram pela névoa até o primeiro posto do sino…

O vale da névoa costuma ser amedrontador

Era um posto de vigilância composto de duas torres, uma com um sino, e um grande portão entre elas, a estrada ficava entre duas elevações de terra levemente inclinadas a 45º que chegava a uns 10 ou 12 metros de altura, essas subidas eram cobertas de vegetação rasteira e pequenas pedras.

O posto estava silêncioso, nem mesmo os animais emitiam mais barulho, o ar começou a ficar tenso, quando um corvo cruzou o caminho, pousou em uma árvore outonal, emitiu sons agourentos e depois partiu.

– O corvo, pode ser um familiar de um mago, se for estamos emboscados. Disse Eldrim.

– Pode ser apenas um corvo vagando por aí. Respondeu Kantras nada impressionado.

– Clauron, vá atrás do corvo, descubra sua natureza. com este comando o lobo saiu em disparada seguindo seu aguçado faro e desapareceu na névoa. Voltou de orelhas baixas com um ar decepcionado quase humano.

– O corvo não era mesmo comum, Clauron não conseguiu segui-lo, e o posto avançado a frante está silencioso demais. Disse Eldrim depois de um breve contato mental com seu familiar. Em seguida depois de uma breve concetração e alguns gestos precisos falou em um tom grave e audível – SAHCELF ARTNOC OACETORP! um leve luz azul circulou seu corpo e depois desapareceu, não revelando mais traços de magia.

O batedor Darvin desceu do cavalo e subiu a inclinação com pouca dificuldade, somente para ver vários, furiosos, orcs saindo da mata correndo em direção a eles. Mal teve tempo de atirar uma flecha e voltar para seus companheiros, várias azagaias zuniram de ambos os lados atingindo os viajantes. elas pararam no escudos dos guerreiros e explodiram revelando a proteção azulada do arcano.

Assim que os Orcs desciam eram abatidos pelas flechas certeiras do Batedor, Kantras fez sua oração a Lathander por uma boa batalha, e Lucius se protegia atrás de seu escudo.

A segunda leva de azagaias chegou e com mais força que a primeira, ferindo kantras levemenete no antebraço, Atingindo a perna de Darvin e o ombro de Lucius, as armaduras reduziram em muito os ferimentos, mas eles não deixavam de doer.

Darwin derrubou mais dois orcs com flechas certeiras, garganta e testa respectivamente, eles caiam e rolavam a seus pés. O terceiro a chegar girou o machado e veio com muita fúria para degolar Darwin, somente para parar de cara no escudo e Lucius e uma espadada certeira em sua barriga acabou com seu intento.

O outro lado da colina também desciam orcs, mas foram impedidos por uma fumaça verde de natureza mágica, criada por Eldrim , essa fumaça os deixou naureados e eles não puderam fazer nada a não ser vomitar e sair de sua área, para evitar o repugnante fedor.

Kantras em seu cavalo começou a interceptar os Orcs , o primeiro foi pisoteado por seu cavalo, e o segundo teve seu elmo rachado pela espada mágica que não perdia o fio.

Os orcs como sempre eram desajeitado e desorganizados em combate, não eram páreos para a defesa dos Experientes Kantras e Lucius. Mas darwin cercado por dois orcs começou a sentir as lâminas atrevessarem o couro de sua armadura, a perda de sangue o estava deixando tonto.

O único orc que saiu ileso da fumaça nauseante, investiu contra eldrim que conseguiu girar o corpo para se desviar do machado, mas não totalmente e ele rasgou suas costas profundamente tirando um urro de dor do elfo.

Subtamente uma nova flecha vem certeira em direção a testa de eldrim somente para quebrar na proteção mágica, das sombras um Orc de manto verde cobrindo a cabeça atirava de arco com uma perícia ainda maior que a de Darvin. Vendo a proteção o grande orc decidiu mudar de alvo, atirando com a mesma precisão e atravessando a armadura de lucius com uma poderosa flechada, por pouco o coração não foi atingido.

Os Orcs começavam a se recuperar do enjoo e seguiam em direção do causador o feiticeiro eldrim, ele se desviava mais com dificuldade. Se concentrando e falando as palavras mágicas OAIR ETNEDRA !!! atingiu um orc com uma língua de fogo e as outras duas erraram por pouco o orc arqueiro, que era muito ágil para seu tamanho.

Kantras em um brilho dourado cortou a cabeça de um orc e o outro foi perfurado no peito, seu cavalo atacava com a mesma precisão esmagando sob suas patas os orcs que se aproximavam. Os orcs restantes cercavam os três companheiros, atacando de forma desajeitada com grandes machados, o escudo de Lucius bloqueou a maioria dos ataques e os afastava protegendo os companheiros.

OIAR ETNEDRA !!! Novamente ele tenta atingir o líder orc arqueiro, e algo estranho acontece, os raios de fogo acertam o alvo e voltam violentamente contra ele, que fica muito ferido, vítima de sua própria magia. As flechas em resposta atingem Lucius e Darvin, que consegeuem evitar ferimento mais profundos, darvin começa a perder a consiência, mas balança a cabeça e retorna a luta agora com sua espada.

Vendo isso kantras corre em direção ao arqueiro orc com espada em punho e com um grande movimento de seu braço em arco dá um poderoso golpe que abre um corte em seu peito expondo as costelas e o arremessando a três metro de distância, apenas o instinto de sobrevivência o mantia vivo agora.

Com um rápido, giro de mão o orc aciona a alavanca do portão e separa kantras de seu alvo, logo depois sai correndo cambaleando e deixando um rastro de sangue. Vendo isso Eldrim invoca um leão da névoa que se forma e tenta agarrar o grande orc, mas mesmo ferido ele é muito ágil e deixa a criatura para trás.

Somente para perder a cabeça, pois o cavalo de kantras é rápido como nenhum outro e o alcançou, a espada brilhando dourado separou sua cabeça de seu corpo como se ela fosse feita de ferro quente.

Rapidamente com seu líder morto os Orcs restantes foram facilmente mortos.

Cara isso é a metade! falta a outra metade !

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Linha do tempo da Campanha dos Lordes

abril 25, 2008

1372 – Ano da Magia Selvagem: O retorno de Bane.

 

1380 – Ano da Mão Flamejante:

“Inverno” acontece a Coroação de Azoun V o jovem rei de Cormyr. No “Verão” onde acontece o encontro dos Escudos, Pieron de Cormyr é encarregado de ir para o Vale da Adaga para liderar a missão de recuperar a tocha da chama eterna.

            “Outono” Chegam a Cachoeira da Adaga, aqueles que se tornaram a comitiva para buscar a Tocha do Fogo Eterno:

Kantras Helder, do Vale das Sombras ele veio, portando uma espada mágica, esse Paladino de Lathander veio em busca de respostas da antiga Ordem de Áster (uma antiga ordem de paladinos de Lathander).

Sinuhe, o Triste Errante, chegou juntamente com Kantras, o mistério de seu passado e suas histórias tornam esse bardo temido e popular, sua habilidade com espada o torna respeitado.

York Fuçalatas Gibbins, chegou de Eltok, uma vila Halfling de Cormyr, dizendo ser especialista em masmorras, conseguiu entrar na aventura em busca da tocha.

Eldrin Elrik, Um elfo mago, estudador de portais. Seu grupo de estudiosos foi atacado pela campeã Zentarim Negra Esperança, sendo o único a sobreviver. Após ser salvo por cavaleiros do Vale da Adaga ( Pieron, York faziam parte dos cavaleiros), foi motivado a ajudar na busca pela tocha.

            Liderados por Pieron, essa comitiva explorou o abandonado templo de Moradin nas montanhas da boca do deserto. Destruíram o mau que havia lá, resgatando a Tocha da Chama Eterna, aquela capaz de dissipar qualquer escuridão.

 

1381 – Ano da Esperança no Escuro:

 “Primavera”, o fogo da Tocha Eterna foi enviado para Cormyr, com objetivo de ajudar a cidade de Tylverton que encontra-se dominada pela escuridão.

“Verão”, Sinuhe recebe a visita de Elminster que o convoca para uma missão, o dever de ir buscar um garoto chamado Melegosth que possuía o sangue que fazia até mesmo esse mago temer. Sinuhe sem esclarecer muitos os detalhes, consegue motivar a comitiva da tocha, e vão buscar o garoto. No caminho Sinuhe sofre uma tentativa de assassinato, e descobrem que os Zentarins também estão atrás do garoto. O grupo com ajuda de um rastreador, seguem até a Floresta da Fronteira em uma pequena civilização de Centauros, onde após ajuda-los a matar um Ogro Mago, eles conseguem encontrar o garoto.

“Outono”, Kantras conhece Lyra, filha do historiador falecido Halatos. Através ele descobre que Randall Morn é um aposentado Caveleiro de Áster e assim começa seu treinamento com o lorde do Vale da Adaga.

Sinuhe conhece Arylin Lâmina Luar, que o leva para dentro da floresta de Cormanthor com intuito de torná-lo um integrante da ordem secreta dos harpistas.

Pieron e York, ficam em Voonlar, com a missão de investigar possíveis contatos e alianças com os Zentarins na cidade.

Eldrin vive um bom tempo com os Centauros na Floresta da Fronteira, lá ele aprimora seu conhecimento em magia e portais.

1382 – Ano da última noite tranqüila:

         “Inverno”, Kantras casa-se com Lyra no Vale das Sombras e deixando um herdeiro no ventre da amada volta para seu treinamento nas terras de lorde Randall.

            “Verão”, Eldrin atravessa um portal mágico na floresta da fronteira e fica preso em um fosso onde a mágica é selvagem. Ele recebe ajuda de um lobo negro, que mais tarde se torna seu familiar Klauron.

            “Outono no festival da colheita”, Kantras realiza um banquete no Vale das Sombras, comemorando o nascimento de seu primeiro filho Randal Helder.

            “Dias depois do festival da Lua”, Todos os companheiros lutam para eliminar um fantasma de um feiticeiro que assombrava o Vale das Sombras no Castelo do Desfiladeiro, tornando o lugar seguro, Eldrin toma posse do castelo para realizar seus estudos.

            Após a morte do fantasma, York e Pieron contam informações de Voolar sobre um ataque Zentarim liderado por Gabranf, para invadir o Vale da Adaga. Gabranf que um dia quando Kantras era jovem foi seu primeiro tutor de espada.

 

1383 – Ano da Luz selvagem da Noite:

             “Inverno”, Kantras e Sinuhe em nome de Randal Morn, buscam alianças nos vales para defender o Vale da Adaga. Haresk Malorn do Vale da Névoa, em troca de favores futuros garante uma tropa. Lorde Ilmeth do Vale da Batalha, recusa-se a ajudar, porém após cruzarem espadas em um duelo de honra, Kantras o vence ferindo-o seriamente, assim Ilmeth volta atrás de sua decisão e envia tropas para a guerra no Vale da Adaga.

            York e Pieron voltam de Cormyr trazendo Caveleiros Dragões Púrpuras, para ajudar o vale de Randal Morn.

            “Uma noite após o Festival de Inverno”, Os Zentarins atacam a cidade de Cachoeiras da Adaga, liderados por Gabranf o caçador de paladinos. A batalha estaria favorecendo o lado Zentarim por utilizarem terríveis Tiranos da Morte (beholder morto-vivo) na guerra, deixando as tropas da aliança dos vales em terror, porém no embate entre o General Gabranf e o Paladino de Lathander Kantras, o lado do Sol vence decapitando aquele conhecido como o caçador de Paladinos, desencadeando em uma virada na guerra expulsando as tropas Zentarins do Vale da Adaga.

            Na mesma batalha o Mago Real do Vale da Adaga, mostra-se ser na verdade Sememon, antigo capitão Zentarin, esse seqüestra Melegosth e cega Kantras do olho direito, deixando dor no coração de Sinuhe que tinha Melegosth como filho.

            “Primavera”, Melegosth era importantíssimo para o equilíbrio da trama de Faerun, ele era o filho homem de Dornal Mão Argêntea, pai das sete irmãs, após ele ser seqüestrado pelo poderoso Sememon, as sete irmãs desaparecem, deixando vestígios de sua existência na noite, onde Sete Estrelas brilham no céu, preenchendo todas as noites de magia selvagem.

            “Verão”, Sinuhe começas o treinamento com Kantras Helder e torna-se um cavaleiro da Ordem de Áster, dando início ao retorno da ordem liderada agora por Kantras Helder.

            Pieron e York, entram na escuridão de Tilverton com a Tocha da Chama Eterna, lá enfrentam Izildrax, a dragonesa das Sombras.

            “Outono”, Derrotados na primeira tentiva Pieron e York, voltam para o Vale das Sombras para pedir ajuda aos antigos companheiros a voltar a Tilverton e derrotar Izildrax. Os heróis lutam no labirinto da dragonesa, e com ajuda da tocha da chama eterna, eliminam as sombras da criatura, matando-a para sempre. Nessa batalha pereceu Caladnei, a feiticeira real de Cormyr.   

 

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Carta a meu lorde Kantras Helder

abril 23, 2008

Caros Irmãos de armas,

Infelizmente não estou a o lado de vocês, e só este pedaço de papel que York os trouxe, está para representar a minha presença em coração com os meus irmãos de guerra.

Estou agora em Tilverton, preparando os melhores homens que tenho para sairmos da cidade e seguirmos para sudoeste para um forte no caminho da manticora, estou partindo para se juntar ao meu Rei Azoun V.

Tive pouco tempo de paz e onde pude trabalhar para reconstruir a minha cidade, o trabalho de Regente é algo com o qual acho que nunca me acostumarei, é muito mais fácil dar ordens a soldados do que para burocratas, então confesso que estou feliz em sair de traz desta escrivaninha e ir para o campo de batalha.

Os motivos pelos quais estamos partindo é que os corvos prateados afundaram 4 embarcações da marinha cormyriana, atacaram uma pequena vila pesqueira e uma caravana que levava provisões a um dos nossos fortes de fronteira. A guerra é eminente. Lembraremos mais uma vez os sembianos o gosto do aço e a dor dos cascos de nossos cavalhos passando por cima de suas linhas fracas e desorganizadas.

Então Irmãos espero que entendam o motivo pelo qual não estou junto a vocês, envio esta carta junto com a tocha por York, Kantras cumpra a sua palavra com o vale da névoa e saiba que assim que este pequeno conflito se resolver eu estarei livre pra travarmos nossas armas contra os nossos inimigos juntos novamente, você guerreiro de Lathander é o melhor espadachim que eu já conheci, agradeço a Helm por ter tido o prazer de conhecer você e todos os outros que estão ao seu lado.

Tenha fé, força e honra!

Atenciosamente

Pieron filho de Pieregron filho de Pieretron

Regente de Tilverton, a cidade escura

Cavaleiro do dragão Purpura

Campeão do rei Azoun V

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Forgotten Realms!! cenários Prontos!

abril 22, 2008

Ahhhhhhhhh! Fogotten Realms!!

Confesso que sei mais de Forgotten do que geografia brasileira e as vezes penso??? Será isso ruim, pq jogar com o cenário pronto?? Mas, isso deixo pra vocês leitores comentarem, estou aqui para defender o uso de tal cenário completo mágico e romântico! Acharam gay?? Vão tomar no cú pq o que me faz jogar um bom jogo é o romance, Lord of the Rings é romance e eu gosto do estilo, tramas e contos que geram muitas interpretações e rolar dados apenas para dar porrada!!!

Para aqueles sedentos por conhecer Forgotten aqui vai um endereço que referencio, pois até agora é o mais completo (em português) sobre o mundo. É quase o livro básico de Forgoten, na verdade talvez tenham coisas que o livro não possui, mas faltam coisas tb. Aí vai:

http://www.ultimosdiasdegloria.com/

Esse post é justamente para isso!!! Alguém conhece outro link?? quanto mais informações melhor.

e aqui vai um recado para aqueles que jogam comigo: Temos que tomar cuidado em dividir bem as campanhas que jogamos, acho que anestesia muito o jogo quando usamos coisas que estao servindo para outra campanha, é uma opinião minha. Por exemplo: Não acho legal o Fernando usar Zentarins na campanha dele, não que ele esteja proibido de usar eles, mas aí usar o Sememon fica taxado e chato demais. Fora que em minha campanha Sememom supostamente voltou a ser Zentarim. Pois ele não é mais! Existem muitos outros para ser usado…Para grupos que costumam jogar no mesmo mundo e ter campanhas distintas…Cuidado com isso ok??

Avoloch

Conselhos e pedidos ao mestre!

  • Não burle as regras, pois criamos nossos personagens com elas.
  • Crie a aventura, pelo menos os tópicos dos acontecimentos, afinal, ver coisas improvisadas nas coxas é sinal de desleixo.
  • Sem Efeito Plim, aonde magos tem milhares de PVs, guerreiros com vontade +18  e ladinos que não fazem teste para roubar os PCs.
  • Varie: não adianta fazer uma aventura no Shaar e usar novamente o Artemis Entreri e os Zhentarim.
  • crie regras somente se seus jogadores acharem legal.
  • Finalmente: você é mestre, não é pai nem é patrão. não há motivo nenhum para ser grosso ou boçal com seus jogadores, mesmo que ele façam piadas da sua aventura!
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Os Limites do Corpo Humano

abril 12, 2008

Quem tem PV não precisa de armadura !!!

O guerreiro está suado das horas de batalha, e a horda de orcs bate na porta de seu castelo há horas, eles haviam quebrado o portão, e estão entrando…

Sem pensar ele salta das muralhas de 30 metros de altura para pousar como uma pedra no solo ignorando os ferimentos nas suas pernas ele se ergue, para receber quatro flechas no peito, isso só serviu pra deixá-lo mais irritado, a espada brilha em um arco e dois orcs estão mortos, esses vermes irão pagar ele pensa.

– Guerreiro de 14º nível e 150 PVs

Somente porque nós somos meros mortais, não indica que não existam pessoas especiais, por isso resolvi colocar os limites do corpo humano direto do guinnes livro dos records.

Se nós humanos do mundo real conseguimos atingir estes limites, e estamos nos superando a cada competição, imagina um guerreiro de D&D que é romanceado, extremamente resistente, forte e quase sobrenatural.

Força: limite humano erguer sobre a cabeça 427 kg equivalente a força 20

Apinéia: limite humano 14 min – constituição 14?

Corrida: 100 m em 9,77 kg – isso dá umá 38,83 km por hora

Salto em Altura: o limite é 2,43 metros equivalente a CD 32!!!!

Em distáncia: 8,79 metros equivale a CD 30

Pontos de Vida: Sabendo que um homem teve a cabeça trespassada por uma furadeira e foi andando até o hospital com o treco enfiado na cabeça. ( decisivo ?)

Depois, uma mulher caiu de 10.160 metros de altura e sobreviveu! 20d6!!!

Sabendo de tudo isso, é fácil imaginar que um guerreiro cai de um precipício e sobrevive ou como ao Aragorn, fica desmaiado meia hora, levanta e sai cavalgando.

Quando pensar em realidade nas suas campanhas pense nesses recordes, e imagine em um mundo de dragões o que um homem especiasl pode fazer, sim sair andando depois de cair 50 metros.

Avoloch, que tomou sopro de dragão que derrete metal e sobreviveu.

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Torak Lâmina Brilhante

abril 11, 2008

Nascido no Ano do Frio Vigilante em 1320, Torak (lingua anã, alma de machado) do clã Lâminas Brilhantes cresceu como um dos clérigos mais fervorosos do Salão de Mitral. Moradin o forjou com perfeição dando ele a dádiva de ser um saverdote da guerra, campeão do Deus da Batalha Clangedin Barba Prateada. Suas habilidades em batalha foram logo lhe proporcinando uma posição favorável em um pelotão do Salão do Rei Bruenor, pelotão esse comandado pelo guerreiro Korgan Escudo de Carvalho.

Mas, o destino foi como uma avalanche para Torak. Em uma missão onde o objetivo era a morte dos saqueadores de armas, conhecidos como os 10 ogros irmãos, juntamente com seus seguidores orcs, Korgan tombou. O restante dos anões incluindo Torak, perderam a liderança, deixando a falange de guerra dos anões frágil para os mals feitores, todos pediram para Torak assumir o controle, pelo fato de ser um sacerdote e Torak aceitou. Na mesma noite em um plano temerário alimentado por fé, Torak e o pelotão investiram contra os 10 gigantes, fazendo a neve da espinha do mundo mudar de cor. A missão estava concluída, Torak recebeu condecorações ao voltar e até mesmo um banquete foi feito na primeira cidadela ao seu nome, mas seu coração havia sido preenchido por remorso, e as críticas por trás das cortinas a Torak o motivaram para o abandono da cidadela.

Torak exilou-se para uma pequena vila onde hoje forja excelentes armas, e cura os necessitados de suas doenças, dessa forma ele busca paz, mas seu passado assim como qualquer outra coisa o irritam, a cada martelada em um aço bruto, Torak relembra da noite em que assumiu o Pelotão de Korgan matando os 10 Ogros irmãos, mas fica na lembrança também que ele foi o único sobrevivente aquela noite, noite em que deixou muitos morrer.